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Mostrando postagens com marcador Crônica. Mostrar todas as postagens
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domingo, 6 de outubro de 2013

E o sabão acabou!


Não sei o que aconteceu com minha primavera... Eu sinto algo que em mim não casa com as formas coloridas dos dias frescos e perfumados... Por que não tomei caso dessa mudança a tempo de findar-lhe o avanço? Ando a estranhar essa inexatidão de mim mesmo. Não que nos conheçamos por completo ou que sejamos lineares ao sabor dessa consciência própria. Mas é que todo mundo que pisa em brasa grita ao menos um "ai"! E eu não fiz uso de nenhuma interjeição nesse tempo todo... Então busco aquele céu de outrora, ah, aquele céu, hum! Quão imponente e dono de si reinava nas retinas tão fatigadas de minha face... Mas, para onde foram as estrelas? Alguém, por favor, o endereço das Nebulosas... Quero ir ter com elas... Alguém? 
Estou provocado e não sei a quê. Uma música, por favor! Quero uma música que toque meu coração, não estou afim de mover-me daqui, se é que me entende. E vejam só que ocasião propícia ao diálogo, ao diálogo! E com as letras... Não! A poesia, que é essa alma repousada no corpo mudo, me pediu divórcio. E eu ainda preciso de um diálogo. Urgente, um diálogo! Acompanhado, por favor, com troca de olhares, cheiro e, por, gentileza, não esqueça do molho de lágrimas da sincera comunhão... Eu preciso ser ouvido... 
Ah, amor, onde te escondes? Queria convencer-te a devolver-me a poesia. E tu acharias tão lindo o gesto meu de colher nos olhos teus as flores de minha primavera. Talvez até me chamarias de Coração. E não poderia te devolver maior apreço. Ah meu pulmãozinho lindo! Meu pulmão! És, amor, meu respirar! 
Preciso dar acesso ao meu íntimo. Isso tem me sufocado... Estou confuso, largado às dúvidas, preciso logo de uma traqueostomia e não posso chamar o SAMU. Droga, tenho mesmo é que terminar de lavar essa roupa, afinal, hoje é Domingo! E vejo que me seria mais útil lavar também as roupas que vestem minha alma... Mas... O sabão acabou... E a poesia não voltou!

Wallisson Sudaro (06/10/13)


sexta-feira, 8 de março de 2013

Às Mulheres do meu Brasil Varonil

Ei você ai que esta lendo esta sequência de palavras... 
É mulher? Pois te parabenizo pelo brilhantismo natural de tua existência!
Agora me pergunto em particulares reminiscências: Que seria o Homem sem a mulher?
Como um raio que cai em dia tempestuoso assim me assaltam algumas acepções, tais como: Talvez, até fosse perfeito o mundo sem a mulher! 
Sim! Uma vez confirmada vossa existência todos os substantivos de alto quilate foram entregues à sorte mundana da morte... 
Culpa de uma fruta ou de sua desobediência? Ai Eva, não dava pra resistir?
Deixemos, pois, o pessimismo dessa primeira tomada intelectual e nos refugiemos na segunda assertiva, sem dúvidas, mais interessante: Seríamos Imperfeitos sem vossa existência. 
Isso porque na certa seriamos hermafroditas... 
E assim para onde iria o prazer da relação, do toque, do olho no olho? 
É bem verdade que não existiriam tantas crises econômicas como há no mundo de homens e MULHERES... 
Haveria, seguramente, menos shoppings, lojas de roupas, docerias... Dinheiro pra gastar! E até mais silencioso seria o mundo... E por fim nos privariam daquela inóspita hora de vossa TPM... 
Mas... Hermafrodita, nós Homens? Que tal? Ah! É um peso excessivo... 
Cauteriza-me a mente a possibilidade de carregar um filho por meses... Um pequeno parasita! 
Não, não, não! E depois as agulhas... Arg! 
Acordemos desse pesadelo! Deixemos em cada cabeça seus próprios piolhos! 
Obrigado Adão! Obrigado por não deixar Eva morrer sozinha! 
Obrigado por nos colocar no mesmo barco da existência temporária... Mas ao lado delas... PERFEITO!
E antes que eu possa finalizar com o fecho de data festiva, parabenizo os Homens... 
Sim, os Homens! Vocês mulheres, existem por nós! Ai, ai, ai... Cruel destino! 
De qualquer forma não podemos ficar sem nossa costela!
Feliz dia Internacional da Mulher! (08/03) 
Valorize a mulher... Nela haverá sempre uma porção de Amor!


Wallisson Sudaro (08/03/12)

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

O que é Ser professor?


Ontem acordei pensando ser professor... Meu coração soluçava a agonia de acordar de uma realidade tão viva. Então me pus a refletir no Ser professor. Se todos sonham com coisas grandes, se todos almejam elevadas concretizações, o que levaria alguém a cogitar ser professor? Foi aí que me vi diante de outra indagação ainda maior: como nasce um professor?
Vejam as estrelas com que áurea cintilam no manto negro do céu todas as noites sem nuvens! Dizem algo elas? Choram esparsas atrás das nebulosas barreiras? Não! Entregam-se à missão de carregarem pelo crepúsculo alguma vida, algum brilho... E é nesse caminhar que encontram nos doces olhos humanos um outro céu que domar... Estrelas brilham! Mas se vão em todo amanhecer... Que ironia! Quando a bonança se vai, quando a carência é a essência do próprio ser, assim como as lágrimas já douram um coração aflito, ou os olhos luz alguma pode ver, é que o Ser professor surge no horizonte tilintando de incandescência... Então aquelas pupilas dilatadas se contraem pela eferverscência de sua luz...
Estrelas... vêm não sei de onde vão-se para além dos montes... Caminham, e levam sobre seu rastro embalados sonhos, aspirações mil, enleios tantos... Até o fim, princípio de vida nova, de um nascer outro, maior luz, pés soltos, caminho traçado - é o Sol nascendo pra quem viveu nas trevas... Por visto da aurora a estrelinha que tanto brilhou silencia-se pra nascer amanhã em outros olhos... Os professores, como as estrelas, se vão, mas seu brilho em muitos olhos nunca morre!
Como nasce um professor? É algo pronto? É predestinação? Dádiva? Eu diria... DESCOBERTA! Entre tantos sonhos, desejos, conquista de universos, uma escolha: a conquista única de um ser... Entrega-se ao tento de fazer valer sua vida na vida de outrem, desconhecido, ingrato até... Entrega-se! Não espera, prospera! Não se cansa, avança! E no deserto existencial de outra vida planta a germinadora essência de saber viver! Um professor é antes de tudo uma entidade ambulante de fé! É uma legião de outras vidas em si, em doação... Dá sem pedir, morre para que outros vivam, empobrece a si mesmo para que muitos se enriqueçam...
Ser professor é possessão! Não nasceu de uma carga genética, ou anseio familiar... nasceu em si mesmo... do nada, do tudo, em tudo, por tudo! Descobriu-se! Da aridez achou por bem fruir vivas águas a todo sedento... A profissão pode ser até ingrata, mas não falha! Como lápis se inscreve nas linhas de outros, para que por eles vivam além, para além, sem cobrar pelo que dão, sem cobrir o que são... Ser professor... assim num SER verbo infinitivo, assim num PROFESSOR infinito...
Hoje acordei professor, meu coração soluça esse anseio de ser meu sonho realidade... SOU professor! E a essa descoberta não se atém medo algum... A noite é curta para o dia que vem amanhã... Brilhem, meus queridos companheiros de missão! Logo vem o dia em que vós não podereis mais... EXISTIR, por si!
Wallisson Sudaro (15/10/12)

sábado, 18 de agosto de 2012

A bola ia, ia e...



A sala estava repleta de amantes do bom futebol: dois corintianos, dois flamenguistas e uma Maria. Maria? Como assim Maria? Aquela das outras? Sim, a “Maria vai com as outras”. Sempre quis saber como surgiu este dizer verdadeiro. Que me perdoem as Marias, mas de fato elas seguem a manada que mugir melhor. Não digo todas, mas uma porção considerável, porque concordará você que se não fosse assim o dizer poderia arriscar: é uma Filomena vai com as outras. E agora por que Filomena? Quer saber, não criteriei minha fuga da Maria, o que tinha à mão (ou à memória) usei; e que me perdoe a vozinha pela menção não autorizada de seu nome. Continuemos!
A tarde era fogosa. Dava-nos o frescor da tarde os seus bem quistos 20º C, um presente do céu. E o tema natural numa roda de boleiros é a redonda, ou os pés de quem a conduz. O mediador dos debates era o Fernando, homem da casa, filho da Maria, não da sempre “vai com as outras”, mas da Maria que em tardes fagueiras gosta de acompanha-las. O Fernando é um flamenguista por paixão adquirida, diferente do Smigol (que já apresento) que herdou a sua convicção rubro-negra de sua mãe. Como homem da casa, é ele mesmo quem toma controle do controle da SKY e assim como tanto toma conta da conta da dita. Ufa! Não foi proposital nem o joguinho linguístico, nem a aliteração anteriores. O Smigol é o cérebro da família, formado em Letras aos 19 anos, professor desde a adolescência, poeta (e agora também cronista), ensaísta, o mais velho de sua mãe também Maria. A parte que cabe ao “Curintia” é formada pelos irmãos Anderson e Vanessa. O Anderson é um garoto amante de futebol, 12 anos, multiplicados quando o assunto é história do futebol. Já a Vanessa é do tipo “nem cheira nem fede”. E a Maria... Ah, a Maria é Maria!
Foi então que um dos jogadores concedendo entrevista à TV proferiu umas miúdas palavras que encontraram um eco rijo, porém melodioso em nosso meio. Acompanhe-me na cena e me dirá você se o fato consumado não deveria vir de um time em questão...
– O que você tem a dizer sobre as chances perdidas neste jogo de hoje?
– Ah, a gente precisa trabalhar mais... Aquele lance lá na grande área... Não sei bem o que aconteceu! A bola ia, ia... e iu!
E então, que me dirá você?

Wallisson Sudaro (18/08/12)

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Meu sonho, alunos!


Quando nascemos, nascemos grandes... Grandes sonhadores! Não é por menos que os recém-nascidos apresentam-se ao mundo de uma forma tão "cheguei". Como querendo gritar aos quatro cantos sua chegada, eles choram e movimentam suas mãozinhas num anúncio, digamos, predatório:  Eu vi conquistar! Que gracinha de bebê, um mimo!
Passam-se os anos e logo ganhamos o direito de sermos uma criança. "Mãe não sou mais um bebê, sou um homenzinho!" E assim como nascemos, mantemos o sonho em alta, bem em alta... Não desejamos mais a conquista do mundo. Nos contentamos "apenas" em ganharmos o Universo. Pretensioso, não! Ora, quem nunca almejou ser o lendário super sayagin? Ou, para os mais antigos, He-man? O Universo é o limite! Que criança mais fofa, experta toda!
Então chegamos à grande crise: que se alcunha de adolescência. Não almejamos o mundo, o universo não nos interessa (salvo as estrelas e a lua que acalentam nossas palpitações solitárias, a que os outros chamam paixão), nosso sonho já é outro. É nessa idade que mudamos o foco, fugimos da progressão de nosso sonho, buscamos outras referências: buscamos o amor. Então é que conhecemos nossas primeiras "grandes paixões"... Ah, quantos suspiros enleiam nossa existência por essa época! Nosso sonho não envolve a conquista de uma coisa qualquer: nosso sonho é conquistar alguém, conquistar a Maria, a Raimunda ou a Rebeca, conquistar nosso amor! Mas não nos entendem... Somos taxados de antissociais e rebeldes. Que adolescente problemático, uma peste!
Depois de tanto choro, idas e vindas, alcançamos a juventude, da qual me insiro hoje, e seus desafios... Voltamos, depois desse estágio de volúveis certezas e sentimentos, ao rumo de nossos sonhos de outrora. Porém, amadurecidos pela experiência de vida, enxugamos nossas aspirações... Agora nosso sonho é conquistar nosso espaço entre outros muitos espaços... Nosso espaço não precisa ser do tamanho do mundo, mimo de bebê; nem necessariamente da largura do universo, esperteza de criança; nosso espaço precisa ser apenas o nosso espaço, reconhecido e proclamado por todos. 
É assim que hoje completo 1 ano de vida em São Paulo... Alto lá! Vocês ouvem de mim esse lero de sonhos, ouvem de meu primeiro ano em Sampa, devem pensar: "não acredito que o sonho do professor foi morar em São Paulo!" E eu vos digo: Não! Meu sonho nada tem a ver com São Paulo! Não tem nada com as cinco horas diárias devotadas ao metrô, trem e ônibus da capital, nada tem com os muitos momentos em que o aconchego humano se resumiu à experiência dos horários de pico em que se torna inevitável se apoderar dos maus odores dos enlatados a quem chamamos de passageiros... Não! Não tem nada a ver com São Paulo! Meu sonho se resume, se é possível resenhar... Exclusivamente a cada um de vocês! Deus é minha razão de existência, mas vocês me são o estímulo a viver a profissão... Pois diria um sábio educador: "não há docência sem discência". Obrigado pela oportunidade de existir... Eu vivo por vocês, os amo a todos! Esse é meu espaço!
Lembrem-se, portanto, que assim como um lápis somos nós... Não importa a cor, a etiqueta, o tamanho; o que mais valerá em um lápis sempre será o grafite. Não temam os erros, mas busquem sempre apagá-los para reescrever sua trajetória. Também não esqueçam que um lápis sozinho nada faz, há sempre uma mão que o conduz: essa mão é Deus. E por fim, levem para vida a importância que há em vocês. Como grafite marquem a vida dos outros, não passem por essa existência vazios sem nada ter acrescentado ao mundo... Marquem, conquistem o vosso espaço! E quando quem sabe olharem para trás e virem os mundos e universos que deixaram de ganhar, não exitem, não recolham-se ao lamento de não terem feito o que planejaram, pois o sonho não deve ser um projeto de vida; o sonho é um projeto de conquista! Se este ou aquele não se realizou, avancem! O dia não anoitece para não amanhecer depois... Agradeçam pelo que têm! Sejam autênticos!
Com amor, aos meus queridos alunos... 
Wallisson Sudaro (11/06/12)

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Crônica do Amor


Ninguém ama outra pessoa pelas qualidades que ela tem, caso contrário os honestos, simpáticos e não fumantes teriam uma fila de pretendentes batendo a porta.

O amor não é chegado a fazer contas, não obedece à razão. O verdadeiro amor acontece por empatia, por magnetismo, por conjunção estelar.

Ninguém ama outra pessoa porque ela é educada, veste-se bem e é fã do Caetano. Isso são só referenciais.

Ama-se pelo cheiro, pelo mistério, pela paz que o outro lhe dá, ou pelo tormento que provoca.

Ama-se pelo tom de voz, pela maneira que os olhos piscam, pela fragilidade que se revela quando menos se espera.

Você ama aquela petulante. Você escreveu dúzias de cartas que ela não respondeu, você deu flores que ela deixou a seco.

Você gosta de rock e ela de chorinho, você gosta de praia e ela tem alergia a sol, você abomina Natal e ela detesta o Ano Novo, nem no
ódio vocês combinam. Então?

Então, que ela tem um jeito de sorrir que o deixa imobilizado, o beijo dela é mais viciante do que LSD, você adora brigar com ela e ela adora implicar com você. Isso tem nome.

Você ama aquele cafajeste. Ele diz que vai e não liga, ele veste o primeiro trapo que encontra no armário. Ele não emplaca uma semana nos empregos, está sempre duro, e é meio galinha. Ele não tem a
menor vocação para príncipe encantado e ainda assim você não consegue despachá-lo.

Quando a mão dele toca na sua nuca, você derrete feito manteiga. Ele toca gaita na boca, adora animais e escreve poemas. Por que você ama
este cara?

Não pergunte pra mim; você é inteligente. Lê livros, revistas, jornais. Gosta dos filmes dos irmãos Coen e do Robert Altman, mas sabe que uma boa comédia romântica também tem seu valor.

É bonita. Seu cabelo nasceu para ser sacudido num comercial de xampu e seu corpo tem todas as curvas no lugar. Independente, emprego fixo, bom saldo no banco. Gosta de viajar, de música, tem loucura
por computador e seu fettucine ao pesto é imbatível.

Você tem bom humor, não pega no pé de ninguém e adora sexo. Com um currículo desse, criatura, por que está sem um amor?

Ah, o amor, essa raposa. Quem dera o amor não fosse um sentimento, mas uma equação matemática: eu linda + você inteligente = dois apaixonados.

Não funciona assim. 

Amar não requer conhecimento prévio nem consulta ao SPC. Ama-se justamente pelo que o Amor tem de indefinível.

Honestos existem aos milhares, generosos têm às pencas, bons motoristas e bons pais de família, tá assim, ó!

Mas ninguém consegue ser do jeito que o amor da sua vida é! Pense nisso. Pedir é a maneira mais eficaz de merecer. É a contingência maior de quem precisa.
Arnaldo Jabor

terça-feira, 22 de maio de 2012

Ingrata profissão!

Fico pensando na profissão... O que leva alguém a ser professor?
De todo pensamento raso, facilmente acessível, nenhum me leva ao laurel!
Ser professor é ser escória, sandio, chato...
E isso não é você que pensa, nem tampouco quem de fora vê...
Quem assim nos acomete são aqueles por quem existimos. Logo quem!
"Ele veio para os seus e os seus não receberam".
E assim, por pensar em Jesus, o maior dos professores, é que vos afirmo:
Não desisti, apenas mudei de foco!


Wallisson Sudaro (22/05/12)

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Metrô Nosso!

Agora que me preparo para sair, fico imaginando o que me aguarda nas plataformas e nos trilhos da embutida São Paulo... Confesso que é necessário muita auto estima, paciência, fé, e um bom livro que ocupe a mente... Ainda assim, não será garantido uma boa viagem. O jeito mesmo é orar!


Oração do Metrô Nosso

Metrô nosso, que estás na plataforma,
Retificado seja o teu nome.
Venha a nós a tua composição.
Seja feita a tua vontade,
Assim na terra como por baixo dela.
Ao trabalho nosso de cada dia nos leva hoje.
Perdoa-nos as nossas ofensas,
Assim como perdoamos aos que na Sé nos empurram.
E não nos deixeis cair no vão entre o trem e a plataforma,
Mas livra-nos do mal;
Porque teu é o embarque, o desembarque e a gente,
Para todo o sempre.
Amém!
Wallisson Sudaro (09/03/12)




sábado, 31 de março de 2012

O que faz de nós seres únicos?



O falar?
O pensar?
O agir?

Não!

Facilitaria-nos o serviço intelectual julgar a causa de nossa imparidade com tais verbos...
Então, o que nos faz diferentes? 
O Ser Importante!



Ser Importante é importar sentimentos, valores, preceitos...
E isso é aprender!
O Ser Importante é um aprendiz, e não só de outros, antes, especialmente, de si mesmo!
Ainda, todavia, não respondemos a indagação de outrora: o que nos faz únicos?
Eu vos diria que é um outro Ser...

O Ser Exportante!

Sim, o Ser Exportante existe!
Se a vida tem sua graça pelos Seres Importantes que conhecemos, esta mesma vida só será perfeita nesta esfera se conhecermos Seres Exportantes...

Agora pra que esperar conhecer um Ser especial assim que te fará único? 
Por que não ser este próprio Ser?
O Ser Exportante exporta, sentimentos, valores, preceitos...
O Ser Exportante ensina, comunica... É Presente!

Portanto,
Não viva de Passado...
Seja um Presente para seus amigos... 
Seja único... 

Exporte!

Wallisson Sudaro (24/01/12)



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